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Newsletter que vende: criatividade, dados e ROI no e-commerce

Convidado: Kaiane Lipsuk

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Neste episódio

Neste episódio:

A importância dos dados para a tomada de decisão no e-commerce

A evolução do uso do WhatsApp e SMS na comunicação com o cliente

A construção de uma narrativa de marca forte e o conceito “Vó Irene”

A eficiência da edrone e da inteligência artificial na automação de marketing

A importância de estar preparado para o crescimento e a visão de futuro da Vó Irene

Conselhos para empreendedores: cuidado com gurus, paciência e a importância dos dados

Assista ao vigésimo nono episódio do edroneCast no YouTube!

Newsletter que vende: criatividade, dados e ROI no e-commerce

Convidado(a): Kaiane Lipsuk – Sócia na Vó Irene
LinkedIn do convidado: Kaiane Lipsuk

Edvaldo Firme: Olá pessoal de casa, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio aqui do edroneCast. Eu sou Edvaldo Firme, especialista em comunicação digital aqui na edrone e hoje eu tenho o prazer de receber não só uma cliente da edrone, mas uma das edroners oficiais, principalmente porque ela está com a gente desde o começo da operação e hoje ela está aqui para contar pra gente exatamente o que você já está lendo aqui no título: Como que usar dados revoluciona sua loja. E para isso eu tenho o prazer de receber Kaiane Lipsuk, co-fundadora da Vó Irene para bater esse papo. Tudo bom, Kaiane? Tudo bem? Seja bem-vinda ao edroneCast. Por favor, conta um pouquinho de você e para o pessoal de casa do que é a Vó Irene.

Kaiane Lipsuk: Antes de mais nada, obrigada pelo convite, né? Por estar aqui. É muito importante para mim fazer parte dessa história e ter vocês na nossa história. Eu sou a Kaiane, uma das sócias fundadoras da Vó Irene e eu acredito que se eu fosse resumir um pouco sobre a Vó Irene antes de comentar sobre essa parte de estar com a gente, é uma marca que leva um legado, né? Um legado de uma mulher que fez muito por nós no passado, que a gente quer levar isso para o futuro. Então a gente leva muito a sério o cuidado e a proteção das nossas clientes e netas. Então a gente trabalha com produtos multifuncionais, pensando na rotina dessa mulher madura e que tem na correria que não tem tempo. Então são produtos eficientes, que vão entregar resultado e ao mesmo tempo facilitar a sua rotina, mantendo aquele cuidado que a gente precisa. Porque né, não é só de correria que a gente vive, né?

Edvaldo Firme: Exatamente. Bom, e aí eu até acho interessante você trazer esse ponto, porque o cuidado, ele vem exatamente dessa essência do que é Vó Irene. E eu faço essa observação exatamente com uma pergunta que eu gostaria de trazer para você. Porque desde o momento onde vocês fizeram o início ali no digital, quando vocês partiram para o e-commerce, vocês entenderam a necessidade de entender e cuidar de dados. Então, para você, hoje Kaiane, como tem sido usar não só a ferramenta da edrone, mas utilizar da inteligência dos dados que você tem ali no digital para fazer com que a empresa realmente tome o rumo que ela está tomando, que ela continue crescendo e que você consiga de fato olhar e cuidar do seu público hoje?

Kaiane Lipsuk: Então Ed, eu acho que assim como uma empresa que está de pequeno para médio porte, para mim esses dados, eles são essenciais para tomada de decisão. Existem várias situações que já aconteceram na Vó Irene que eu posso citar aqui para você que quando a gente teve esse contato com dados fez diferença, como por exemplo, entender quem é a nossa cliente, entender o que o nosso cliente espera da nossa empresa. Por muito tempo a gente achava que se a gente fizesse coisas que a gente gostasse, oferecesse produtos que a gente achava bom, ia fazer a diferença. E a gente quebrou a cara porque às vezes a gente amava um produto, investiu nesse produto porque a gente acreditava que para nós ele era ideal. E quando a gente mostrou para o mercado, o mercado tipo, não se interessou. Então, com essa união de dados, com todas essas informações, entendendo quem é a nossa cliente e separando o que a gente gostava do que o mercado estava pedindo para a gente, fez toda a diferença. E eu acredito também que, como a gente está querendo expandir esse cuidado com os dados, no começo ele faz toda a diferença, porque você tem a oportunidade de começar a mexer nesses dados. Você tem a oportunidade de entender como que funciona, reprogramar isso, ir melhorando para quando essa empresa expandir. Você já sabe exatamente o que fazer, porque se você tiver uma cartela de clientes muito grandes, você não vai conseguir começar isso e cuidar desses dados mais para frente.

Edvaldo Firme: Eu costumo dizer, é o pessoal que acompanha o edroneCast já me ouviu falar isso, que é quem quer falar com todo mundo não fala, grita, né? Então, eu acho muito importante você trazer exatamente esse pensamento de que desde o momento inicial, desde que você está na transição do pequeno para o médio, é importante saber quem é quem dentro da sua loja e saber quem compra, o que compra. E você trouxe um ponto para mim, que é um dos mais valiosos quando a gente está falando. E isso é uma importância muito bacana de trazer para o lojista, né? A gente não precisa falar só sobre tecnologia, mas muitas vezes o lojista tem o produto dos sonhos dele. Ele vai dizer que poxa, eu acho que esse copo é o melhor copo do mundo. Não tem como as pessoas não gostarem do copo, cabe a quantidade de água necessária, mantém gelado, é maravilhoso e a hora que ele apresenta para os amigos dele todo mundo gosta, mas na hora de vender isso acaba se tornando um problema. E aí essa pergunta eu acho que ela pode abrir a porta para muita gente em casa, que é como que você entendeu, baseado em dados, que essas escolhas foram feitas de maneira correta ou errada. E se você puder, é claro, traz para a gente algum modelo de exemplo que você conseguiu sentir e falou: Ok, vamos parar com isso aqui, porque não está dando certo e eu já tenho números que mostram isso.

Kaiane Lipsuk: Então eu acho que é o primeiro dado. Na verdade vem da venda, né? Infelizmente a gente já sente ali no primeiro impacto, a reação do nosso cliente. Mas eu acredito que outras informações que podem vir depois da venda é essa questão mesmo de entender como que o cliente está reagindo a esses lançamentos. Como a gente, por exemplo, trabalha muito com o lançamento, aquele aquecimento, aquela surpresa, a gente já sente ali na surpresa, como que o cliente vai reagir?

Edvaldo Firme: Legal.

Kaiane Lipsuk: Então foi aí que a gente começou a conversar mais com as nossas clientes. A gente tem um grupo VIP, a gente sempre questiona muito esse grupo VIP e a gente também toma um pouco de cuidado, igual você comentou. Os amigos gostaram, né? Mas às vezes o seu cliente não vai ser seu amigo. A gente brinca que a gente não quer, às vezes saber quem é o nosso cliente, porque a gente quer expandir a empresa. Então nem sempre a gente vai conhecer a pessoa que a gente está vendendo e nesse processo a gente entendeu isso, por exemplo, com a Bruma. Quando a gente lançou a bruma corporal primeiro, que é um produto que ele precisa ser explicado, porque a bruma é um hidratante líquido. Então é você explicar para um cliente que é um hidratante líquido, sendo que no Brasil não existe esse tipo de produto tão comercial.

Edvaldo Firme: São outros modelos que a gente está acostumado.

Kaiane Lipsuk: Exato. Tipo, a pessoa fica meio assim. Então a gente foi lançar a Bruma e quando a gente lançou a Bruma, a gente lançou ela num vidro e era um vidro assim, grosso. E ele fazia uma curvinha. Então, imagina só, ele é um creme hidratante num vidro. E daí quando você está passando a mão começa a escorregar e aí a gente tipo, ai a bruma, essa bruma, aquilo, a gente quase parou de comercializar a bruma. Para você ter noção, por conta disso, não estava saindo não e as pessoas reclamavam, daí escorregava e tals. E a gente ficou nessa: cara, o que que a gente faz? Daí a gente pegou e mudou a embalagem. Quando a gente mudou a embalagem que a gente escutou o que o cliente falou porque vários clientes falaram: Ah, e eu fui passar. A bruma escorregou da minha mão. E realmente não tinha como.

Edvaldo Firme: Não tinha o tal do grip, né? Que o pessoal fala.

Kaiane Lipsuk: E daí? Vamos supor que tipo uma pessoa que tem menos mobilidade? Não, não estava. As pessoas não estavam conseguindo usar. Primeiro que tinha que explicar o produto, daí quando a pessoa ia usar o produto, estava tendo uma dificuldade. Quando a gente relançou a bruma com uma outra embalagem que ela cabe na mão, até estou com ela ali. Com a coisa eu pego você, ela tem o esguicho, você consegue passar. Foi como se a gente tivesse lançado um produto novo. Mas hoje em dia ela está sempre no ranking da Vó Irene, porque a gente ouviu que o cliente estava querendo dizer, né? Porque a gente também teve que entender se o problema era a embalagem, o problema era o produto.

Edvaldo Firme: E agora eu gostaria de até trazer um ponto muito importante, porque eu acho que as pessoas estão ouvindo tudo isso em casa e falando: pô, que legal, que ótimo que você conseguiu ter esse momento de aprendizado. Mas aí a pergunta que eu gostaria de fazer em cima é: você acredita que vocês tiveram como parar no tempo ali e ouvir essas pessoas, porque outras partes do trabalho de vocês já estavam funcionando de forma mais automatizada? Porque se a gente for fazer uma análise do primeiro momento da Vó Irene para hoje como uma operação já estabelecida, você e sua sócia, vocês eram duas pessoas fazendo acontecer e muitos processos se criando. Hoje vocês já têm esses processos. Alguns trabalham de forma automatizada, como a edrone ou o próprio e-commerce. É uma loja que está 24 horas aberta. Ela sempre está funcionando, mas você acredita que você ganhou tempo baseado na tecnologia e com isso conseguiu dar a atenção para o que as pessoas falam? Ou você acha que o principal é ouvir primeiro as pessoas e depois aplicar isso na tecnologia?

Kaiane Lipsuk: Então Ed, eu acho que nesse caso é um pouco dos dois, sabe? Porque nesse meio tempo a gente recebe muito elogio e também recebe muita sugestão, mas nesse período a gente ainda não estava tão tecnologicamente organizada, digamos assim, né? Foi inclusive a Bruma, a nova Bruma. O lançamento da nova Bruma apareceu quando a gente contratou a edrone. Foi meio que no mesmo período ali que a gente começou a fazer os primeiros e-mails, quando a Bruma chegou repaginada, digamos assim. Então, nesse processo ainda era muita mensagem até, inclusive uma meio que fugindo, mas também respondendo essa questão nesse período, né, da transição da bruma. Era uma época que a gente ainda tinha muito retorno do WhatsApp, a gente não tinha o e-mail e a gente trabalhava muito com o WhatsApp. E nesse período eu acho que ainda não estava tão na moda ou tão saturado a empresa entrar em contato com o cliente pelo WhatsApp. Nesse começo, as pessoas começaram a parar de responder. Então a gente recebia muito quando a gente mandava mensagem de feedback ou como é que está sendo o uso do produto. A gente recebia muito retorno e de uns tempos para cá não está tendo mais esse retorno. Eu acho que são tantas empresas que estão mandando mensagem do WhatsApp que a pessoa abre e não responde.

Edvaldo Firme: É engraçado que você trouxe esse ponto que eu vou. Eu vou fazer um comparativo e gostaria de debater com você para ver se faz sentido, que é realmente o WhatsApp. Ele deixou de ser um canal de comunicação de pessoas e agora ele é um canal. Ele é um canal comercial tanto quanto outros, né? Eu já brinquei outras vezes aqui, mas assim, o WhatsApp é um lugar que para mim eu me dou o direito de não responder à minha mãe quando ela me manda mensagem. Se uma marca me mandar mensagem, então, capaz, eu não vou nem ver. Porém, eu continuo muito atento. Isso é um comportamento meu. Eu continuo muito atento ao e-mail e à SMS, porque a SMS, mesmo que quando a gente olhe, é sempre rola esse papo de ah, mas ninguém, ninguém usa a mensagem. Eu falo, ninguém usa ou você não envia, porque essa pergunta para mim é sempre muito valiosa, pô! Quando você faz uma compra no cartão de crédito, chega uma SMS para você avisando que a compra foi aprovada. Quando você está em algum lugar e a Defesa Civil vai avisar que vai ter um terremoto, um desabamento e por SMS. Quando o Correios, que é a maior empresa de logística do Brasil, vai fazer a entrega na sua casa? SMS que eles enviam? Então, hoje eu tenho essa sensação de que a SMS retomou esse lugar de importância para avisos importantes. Você concorda? Você discorda principalmente de ser uma pessoa que trabalha em multicanal? Então você pode enviar SMS, WhatsApp, e-mail. Você sente que no WhatsApp as pessoas estão mais desconectadas agora com marcas e na SMS elas se sentem mais, embora óbvio, a mensagem seja sempre diferente. Mas ela se sente que aquele lugar é um lugar importante para ela. Ela precisa olhar o que está acontecendo ali, naquela caixa de mensagens.

Kaiane Lipsuk: Então, Ed, eu acho que assim. É tudo uma questão realmente igual você disse de reprogramar, né? Porque quando a gente começou a trabalhar com o e-mail, eu tinha muito problema com essa questão da panfletagem digital, né? Então eu ficava pensando: cara, a gente vai ter e-mail para ficar mandando conteúdo de só conteúdo de produto, conteúdo de produto, tipo as pessoas estão saturadas. Eu estava saturada. Então eu tive que refazer essa análise e entender como que eu poderia usar o e-mail de uma forma que ele fosse construtivo para mim e para minha empresa, né? Trazendo essa parte do legado, da informação, do cuidado. Então, eu acho que a SMS está entrando um pouco nesse processo também, sabe? Igual você falou hoje em dia, o que é mais importante vir pela SMS? Você precisa de uma senha do banco? Ela vai vir por SMS? Exato.

Edvaldo Firme: Não só te manda, como você fica esperando até para saber se aquela mensagem é uma mensagem idônea, né? Porque hoje, já que todo mundo está no WhatsApp, você fica pensando: será que isso aqui é a empresa, a empresa mesmo? Ou será que essa aqui é um fake da empresa ou é alguém se passando, querendo ou não? Hoje o mundo do digital ele avançou muito, mas as pessoas a gente sabe que também estão sempre ali a fim de tirar alguma vantagem, né? Então eu tenho. Eu sempre faço essa observação e eu gosto de validar isso com pessoas que estão na frente do negócio para entender que assim não quer dizer que o WhatsApp não funciona. Ele funciona e funciona muito bem. Mas talvez ele não seja mais igual. Já foi para você o lugar para se falar com o cliente, né? Antes, para fechar uma venda, para colher um feedback, era direto no WhatsApp. Quando você vai hoje fazer um trabalho, principalmente um trabalho manual no WhatsApp. Primeiro que em grandes um grande em grandes operações. Isso é muito trabalhoso. E segundo que existe até a chance de você cair como um spam ali dentro. Se as pessoas decidirem ou não te responder, então é mais uma ferramenta para, óbvio, vender, mas mais um lugar para se tomar cuidado, né?

Kaiane Lipsuk: É tipo para nós assim, WhatsApp ele era essencial. Assim, muito, muito mesmo, sabe?

Edvaldo Firme: Principal canal de vendas.

Kaiane Lipsuk: Tudo para nós, entendeu? Então quando começou a ter essa queda que como sou eu que estou diretamente nisso, me assustei porque a cliente parou de responder e ao mesmo tempo a gente até tentou automatizar tanto que a gente tentou trazer a cliente para o site, né? Tentando tirar um pouco essa parte do WhatsApp. Hoje em dia eu já entendi que existem clientes e clientes. Eu sou cliente que compra do WhatsApp, entendeu? Então como que eu vou tirar ele se eu sou essa pessoa?

Edvaldo Firme: Eu super entendo toda vez que alguém me faz essa analogia, porque eu falo assim. Eu trabalho com marketing há quase 15 anos, eu estou sempre no digital, mas eu sou a pessoa. Eu não compro nada pelo celular. Tirando iFood, tirando o iFood, né? Serviços básicos. Se alguém vira para mim e fala: nossa, você viu essa super promoção de TV? Ai que legal, eu vou esperar, eu vou chegar na minha casa, eu vou abrir meu computador, eu vou olhar, eu vou abrir o site, eu vou fazer duas, três pesquisas diferentes e aí eu vou finalizar minha compra. Então eu entendo e é muito, muito gostoso ouvir outra pessoa falando isso, porque assim é muito importante entender que existem caminhos diferentes para cada jornada. Tem quem vai. Eu não sei se é o caso de vocês, mas você já conseguiu rastrear algum cliente que foi impactado por algum anúncio de vocês? Entrou, comprou e foi embora? Fez a jornada, a jornada perfeita, o sonho. Ai, olha, eu entrei aqui pelo Instagram da Vó Irene porque eu vi um post, entrei, já coloquei um produto no carrinho, já comprei e já fui embora. Não precisa mandar email, não preciso recuperar carrinho, porque a gente sabe que esse cenário é o cenário perfeito, mas é bem raro. É bem raro, né?

Kaiane Lipsuk: Ele é bem raro para nós. Ele é bem raro.

Edvaldo Firme: E eu entendo que de novo, quando a gente fala sobre estratégia e principalmente, isso se conecta muito com o que vocês têm como legado e história, é importante que o cliente lembre-se da marca. Esse eu acho que é o fator mais importante e primordial no mercado atual. Se o cliente não sabe de qual marca ele comprou, ele vai procurar no dia seguinte no Google: Copo transparente de vidro. Se não tem nada que faça com que ele se conecte, ele acaba se perdendo. Como é para vocês hoje criar essa narrativa e conseguir conectar esses clientes que vocês trazem hoje do digital. E a gente está falando do mundo inteiro. Quando a gente fala do digital, o que esses clientes veem na Vó Irene? Eles se conectam de fato com a marca de vocês hoje?

Kaiane Lipsuk: Então Ed, eu acho que, assim como todo o mercado, mas eu acho que a gente está num mercado que tem muita oferta, né? A gente está concorrendo com muitas pessoas e muitas empresas e muitas artistas. Então eu acredito que hoje em dia o que a gente tem mais forte dentro da Vó Irene é o conceito Vó Irene, né? Esses dias atrás falaram para mim: ah, eu estava conversando e tals e Vó Irene, daí a pessoa falou assim para mim: Mas a Vó Irene não é vó de todo mundo. Daí eu fiquei: realmente e mesmo. Então a gente conseguiu criar isso de uma forma tão forte que a gente consegue trazer isso até nos nossos e-mails, né? A gente começou trabalhando com a edrone, como eu comentei com você nessa ideia de que a gente só precisava fazer um e-mail, né? Ai vamos fazer o e-mail aqui, vamos mandar porque era isso que precisava ser feito.

Edvaldo Firme: E o que? Aí eu vou te interromper. Desculpa, mas é o que os gurus dizem, né? Você precisa de três e-mails, dois anúncios e um time disposto a vender a raça para cima. Arrasta para cima, arrasta para cima? Não, e não é isso. Infelizmente a gente sabe que não é só isso. Dá para fazer, mas o arroz com feijão de toda a loja não é.

Kaiane Lipsuk: Exato, não é, não é? Eu acho que eu até a gente podia até fazer outro edroneCast sobre a romantização do empreendedorismo brasileiro, porque assim nossa gente é complicado, né? Mas vamos falar de coisas boas. E então a gente veio nesse processo, né, de realmente faça o e-mail. Se você fizer o e-mail, você vai vender. Então a gente realmente acreditou nisso e pensou que se a gente só tivesse isso rodando, a gente não precisaria mais se preocupar. E beleza. O que aconteceu? Não tivemos resultados. Estava né, meia boca, porque a gente sabia que podia melhorar. E foi então que a gente pegou e começou então a colocar o conceito Vó Irene dentro dos e-mails, porque até então eu não. Eu não entendia como que eu podia fazer isso, né? Daí eu falei: Não vamos ter que melhorar isso daqui, vamos ter que trazer a Vó Irene para dentro desses e-mails, sem fazer essa panfletagem digital e trazendo o cliente para mais perto da gente.

Kaiane Lipsuk: Foi aí então que a gente criou estratégias e a gente criou três tipos de comunicação dentro da edrone. Com os nossos clientes. A gente tem os fluxos prontos, que eles são essenciais. Inclusive, se você tem dúvida de contratar edrone, os fluxos prontos são perfeitos porque.

Edvaldo Firme: É.

Kaiane Lipsuk: Verdade realmente, porque só de você não ter que se preocupar em mandar mensagem para carrinho abandonado e você saber que a pessoa está recebendo e-mail tipo: ah, você visualizou esse produto? E aí que como é que vai ser para você?

Edvaldo Firme: Pergunta que muitas pessoas fazem? Eu gostaria que você dissesse da sua experiência, mas é tão simples assim configurar quando dizem? Porque não adianta, eu que sou o cara do marketing falar: gente, vocês não perdem cinco minutos, vocês abrem a plataforma, entram, colocam, ligar e vai para a próxima. É mentira. Não é isso.

Kaiane Lipsuk: Realmente.

Edvaldo Firme: Por favor, continue, porque eu queria. Eu queria muito poder mostrar para as pessoas que gente não, não, não existe nenhuma mentira no foco da edrone.

Edvaldo Firme: O foco da edrone é o que você vivencia todo dia. Ajudar pequenas médias empresas a poder competir com as gigantes, as gigantes que viram e falam que o segredo é mandar email. Elas conseguem vender porque elas são gigantes e porque elas mandam um email. Então a edrone vai te ajudar a continuar crescendo a tua base até tu ficar gigante e mandar e-mail. Então a ideia se retroalimenta. Não tem porque ser difícil, né?

Kaiane Lipsuk: E é aquele negócio, né? Se for para sonhar grande ou sonhar pequeno, porque você não vai fazer? E realmente é isso. Assim, eu acho que essa parte dos fluxos prontos realmente é uma parte que já resolve boa parte do tempo. Essa é uma parte que realmente eles entregam na parte de não precisar ficar em cima e manda e-mail de aniversário para as minhas clientes. Inclusive, o cupom de aniversário sempre gera vendas. Então são coisas assim que nisso eu sei que eu não preciso me preocupar, porque isso está acontecendo. Se a cliente entrou uma vez lá na página, ela vai ser impactada. Caso ela tenha interesse, aí vai estar alimentando com esses fluxos prontos. Quando a pessoa entra na nossa base, a gente fica tentando aproximar ela dessa comunidade, entendendo como que a Vó Irene, ela realmente é uma empresa que cuida e que se importa, porque para a gente faz diferença, entendeu? E trazer toda essa parte, porque a gente realmente, né? A gente é um legado. A gente aprendeu muita coisa vindo da Vó Irene e a gente trouxe isso dentro da empresa. Então a gente já trabalha com três tipos de comunicação, digamos assim. Nós temos então os e-mails que são de conteúdo. Então, se a pessoa, ela tem dúvida sobre como fazer uma skincare, não sabe por onde começar? Quer saber como é uma pele desidratada, uma pele hidratada? A gente manda esse tipo de e-mail, então toda terça-feira, dependendo do horário, agora, esse ano estou fazendo novos testes para ver se melhora um pouco a nossa taxa de abertura, mas dando informações mesmo trazendo como que a pessoa pode se cuidar melhor como que a pessoa, porque é tanta informação e tanto cosmético e tanto produto que você fica perdida e fica frustrada também.

Edvaldo Firme: Às vezes você sente e aí eu vou, vou dar minha. Minha visão de homem que é, obviamente não se cuida tanto quanto deveria, mas eu entendo perfeitamente que existe um creme específico para quem tem pele oleosa, um creme específico para quem tem a pele ressecada. Um. Algum modelo? Algum bálsamo? Alguma coisa para quem precisa de um frescor na pele? Então e aí? Eu estou falando tudo isso porque é o tipo de conteúdo que eu pesquisaria. Bom, se eu tenho minha pele muito seca, o que eu preciso fazer para a minha pele não ser tão seca assim? E eu te interrompi. Mas eu gostaria de fazer esse pensamento para todo mundo de casa e fazer esse exercício hoje. O e-mail, a comunicação. O que você propõe para o seu cliente é algo que ele buscaria? Você já está se prevendo ao que ele precisa e assim oferecendo uma solução. Porque de novo, se eu só virar e mandar um e-mail falando: Quer comprar o copo transparente.

Kaiane Lipsuk: E-mail copo.

Edvaldo Firme: Copo, Veja o copo.

Edvaldo Firme: Uhum. Não funciona tão simples assim, né?

Kaiane Lipsuk: E realmente eu acho que tipo, nesse processo, igual você comentou, eu acho que a gente precisa educar também o cliente, né? Em todos os sentidos, até numa questão se for vender um copo, eu tenho um monte de copo para vender, mas se você conseguir educar ele, trazer ele a ver esse universo de uma forma diferente, ele já vai se sentir bem mais incluso do que você só ficar ali mandando copo, Compra esse copo, olha que copo e tals. Então a gente acabou fazendo isso com a Vó Irene, por exemplo. Muitas pessoas não sabem, mas às vezes a pessoa acha que tem a pele oleosa e está com muita hidratação. Mas o excesso de oleosidade e falta de hidratação e a oleosidade é um sinal da pele informando tipo: precisa de hidratação? Você não está cuidando de mim, Eu estou formando sebo na pele. Então é esse tipo de informação que a gente traz.

Edvaldo Firme: Olha que informação massa você viu? Conteúdo para você de.

Kaiane Lipsuk: Conteúdo, gente! É isso, A pele oleosa daí é aqui que a pessoa faz. Está com a pele oleosa? Começa a lavar o rosto, compra aqueles sabonetes que degradam a pele e a pele. Faz o quê? Fica mais oleosa? Então a gente não traz só lá e compra meu produto. A gente explica porque que é importante você.

Edvaldo Firme: Ter.

Kaiane Lipsuk: Esse processo exatamente. E no final, é claro que eu coloco o meu produto lá, porque se eu estou trazendo essa informação, eu também posso te ajudar com o meu produto. Então esse é um tipo de e-mail que a gente trabalha, que é o e-mail de conteúdo. Em seguida, a gente tem os e-mails que são mais diretos que a venda direta. Então ai vai ter uma promoção, uma Black Friday, um desconto de semana do consumidor. A gente realmente é cirúrgico e coloca ali Bruma de tanto. Portanto, produtos em desconto, lançamento de produto é direto isso e são e-mails mais curtos e também geram um resultado.

Edvaldo Firme: Que é o que o que todo mundo é.

Edvaldo Firme: Esse aí dá para dizer. Esse é o que todo mundo faz. Exato. Não, não, a gente não está falando aqui para ninguém reinventar a roda, né? Não é para não fazer, gente. Sejam conscientes que isso é uma estratégia que está explicando uma estratégia. Tem começo, meio e fim.

Kaiane Lipsuk: Então, são mulheres que fizeram diferença na área em que elas existem, trazendo informação. Assim como a Vó Irene fez isso, ensinou para a gente. A gente está trazendo para frente e a gente também agora fez alguns testes, né? Até comentando com o pessoal que realmente é teste. Esses tempos atrás esses e-mails estavam dando boa, tipo estava vindo o retorno, estava gerando receita. As maiores taxas de abertura são desses e-mails e eu estava pensando assim é muito legal ficar falando da história de mulheres trazendo inspiração, mas ao mesmo tempo, e por mais que você se inspire, né, no teu dia a dia, ali fica uma coisa meio distante. É legal, você sabe e tal, mas eu estava sentindo falta de incrementar com alguma coisa. Aí eu fui lá e fiz uma pesquisa no nosso grupo de netas e elas falaram assim né, Que que vocês gostam de consumir e tals? Elas foram falando que eu gostava de praia, bibibi e uma coisa que elas consumiam muito era documentário e edroneCast de crime. E eu esqueci o nome.

Kaiane Lipsuk: Como é que fala isso? Tem um nome.

Edvaldo Firme: Nossa gente, é crime criminal? Eu não sei. Minha namorada é outra que fica nessa aí também. Fica lá ouvindo os edroneCast de. De Polícia, de Investigação.

Kaiane Lipsuk: Ai minha irmã.

Edvaldo Firme: Esqueci o.

Kaiane Lipsuk: Nome.

Edvaldo Firme: Mas está super em alta, né?

Kaiane Lipsuk: E eu vi que as minhas clientes gostavam muito. Eu falei então vou ouvir minha cliente, né? Vou usar isso dentro do nosso edroneCast, da nossa, dos nossos e-mails. Aí eu peguei e fiz um e-mail com o edroneCast. Tipo assim, né? A história em si ela é péssima, mas o conteúdo é muito bem feito e muito, muito narrativo. A narrativa é ótima, a moça que narra é maravilhosa, que é da Rádio Novelo, que é sobre a Praia dos Ossos. Não sei se já ouviu falar. Não é muito bom, apesar de tudo é muito bom. E a história da Ângela Diniz é um feminicídio. E é. Eu peguei e fiz um e-mail sobre isso, pensando que isso era parte da minha cliente, né? E foi um dos piores e-mails de performance da Vó Irene.

Edvaldo Firme: Mas aí você acredita que foi o teste, o dia, o texto? Ou talvez esse não seja um conteúdo para ser entregue daquela maneira.

Kaiane Lipsuk: Eu entendi que o que acontece? A newsletter, ela era motivacional, entendeu? E eu trazer esse tipo de conteúdo não é motivador. A pessoa gosta de consumir isso, mas ao mesmo tempo, não é isso que ela entendeu que não vai ser isso que ela vai receber de nós.

Edvaldo Firme: Eu faria um comparativo que obviamente são cenários diferentes, mas esse é o aquele momento onde o e-mail da newsletter é o momento onde ela se encontrava com outras mulheres e se sentia conectada e empoderada. E aquele momento onde ela ia ouvir o edroneCast é algo do momento mais dela, que embora ela goste, ela fica mais ali. Há um momentinho dela com ela, não mais externo, talvez uma leitura.

Kaiane Lipsuk: Eu tive essa sensação. Eu tive a sensação que esse esse tipo de conteúdo inspirava ela e trazer esse tipo de informação. E eu acho que ler sobre é diferente de assistir, né? Porque ali você está tipo, diretamente em contato com o seu cérebro, está sozinha ali.

Kaiane Lipsuk: Imaginativo, né? Exato. Então aí eu entendi que não era bem por aí. E eu reformulei de novo essa estratégia e eu comecei a vir com uma pegada diferente, com informações e frases que fazem você refletir. Então, por exemplo, o segundo e-mail que mais vendeu na Vó Irene era um que dizia assim: Metade das coisas que você imaginava não aconteceram.

Edvaldo Firme: Ok? E cara e baita nome.

Kaiane Lipsuk: Massa, meu. E assim eu aprendo muito com esses e-mails, porque daí. Tipo, realmente o e-mail falava sobre o fato de que a gente se preocupa tanto com as coisas, fica imaginando tantos cenários, fica tendo aquela discussão com aquela pessoa e isso não vai acontecer.

Edvaldo Firme: Então relaxa, o ser humano é muito bom, né? Ele está sempre tão preparado para 300 cenários que às vezes até o cenário de coisas boas ele fica surpreso e fala: nossa, por isso eu não esperava, né? E é engraçado você falar isso, porque as pessoas não entendem exatamente essas pequenas nuances, né? E aí tem muita gente que fala que o segredo é a panfletagem, é o disparar, é o usar o canal de comunicação como canhão.

Edvaldo Firme: Eu, Edvaldo, sempre digo que um bom e-commerce ele não tem porque dar tiro de canhão todo dia, tiro de canhão. E a analogia é muito simples: tiro de canhão deixa a terra arrasada. Não tem outro modo de falar. Isso vai acertar muita gente, vai funcionar. Mas no meio desse caminho sempre vai ter uma alta taxa de não abertura. Alta taxa de pessoas se inscrevendo, porque as pessoas, elas hoje preferem serem impactadas por um sniper, Alguém que leu ela de começo a fim e que sabe o que vai tocar no coração dela. Então hoje você já consegue fazer isso e entender que eu preciso fazer um momento inspiracional no meu cliente. Eu não preciso falar sobre produto, eu não preciso falar sobre preço e nem sequer sobre valor. O valor ele está incluso em meio a tudo aquilo. E aí até um ponto que eu acho que converge muito. E é exatamente essa questão da cultura da tua empresa já ser baseada em criar esse ambiente familiar, esse ambiente. É, como você disse, das netas.

Edvaldo Firme: Como você imagina que essa comunidade será acompanhando o crescimento que você vai já está promovendo dentro da sua companhia. Então, hoje você consegue lidar com um grupo de WhatsApp. Daqui a pouco vão ser dois, dez, 100. Como você imagina que a escalabilidade que vocês procuram, ou às vezes não é o que vocês procuram pode impactar positiva ou negativamente o negócio de vocês?

Kaiane Lipsuk: Então, é na verdade que a gente já está trabalhando nisso, né? A gente já está vindo com uma expansão mesmo, e eu acho que isso, por mais que a gente aumente em escala, o que a gente está tentando fazer agora é ter um manual, certo? Então, o que antes a gente tinha páginas e páginas, a gente está tornando tudo em uma página só. E a gente está começando a criar uma forma de desenvolver isso daqui para frente, porque eu acho que a gente tem um tesouro, entendeu? Então a gente não pode perder isso, porque todo mundo que trabalha com a gente, desde que a gente começou a trabalhar com a Vó Irene, todo mundo pergunta qual é o teu diferencial? Porque tem muita gente vendendo cosmético, né? Então tem a marca de cosmético que é apresentável, tem a marca de cosmético, que é a famosa, tem a marca de cosméticos.

Edvaldo Firme: Da influencer e.

Kaiane Lipsuk: Da influencer. Exato. É. E vocês é o quê? Então a gente vem nesse conceito, que é algo muito forte, é algo que para a gente faz diferença, né? Que essa questão do cuidado mesmo, essa questão de. De ver as nossas clientes querendo ser melhor. Essa questão do e-mail eu sempre recebo retorno depois das clientes. Tipo, cara, eu estava num dia péssimo, eu li esse e-mail e melhorou meu dia. Então eu acho que tem como a gente escalar e continuar fazendo isso, entendeu? Eu Só que eu acho que precisa ser organizado. Então é isso que a gente tem feito agora. E é por isso que eu acredito que a edrone. Mais uma vez, ela ajuda a gente nesse processo, né, de conseguir manter e conseguir organizar. Entendeu como funciona o processo? Que nem eu comentei? A gente ficou fazendo o teste, errei, acerto, errei, acerto. Acertou. Beleza, vamos para cima. Essa questão do e-mail ser quinta-feira, houve muitos testes, eu mandei e-mail, na segunda eu mandei e-mail, na quarta mandei e-mail, na sexta eu mandei e-mail, no sábado mandei na quinta, inclusive a edrone dá sugestão de dias bons, que foi a partir disso que eu entendi que na quinta-feira era um bom dia.

Edvaldo Firme: E aí agora é um outro ponto que eu acho que é muito valioso da gente pensar. Eu gostaria da sua opinião, que é a edrone hoje é uma empresa global. A gente atende aí mais de 2000 e-commerces a nível global. Um dos pontos fortes que nós defendemos da companhia é o fato do uso da inteligência artificial lá dentro. Então, baseado na sua formação e na experiência que você tinha prévia, já tinha trabalhado com design, com COP, com alguma coisa desse tipo ou não? A hora que você foi operacionalizar a edrone foi um desafio ou a ferramenta por si só foi te ajudando a se entender ali dentro? Como foi esse movimento para você? Porque tem muita gente de casa que fala: Cara, eu super gostaria de iniciar ou de pensar, mas eu não sei, eu não sou. Eu ouço muito isso aqui. Eu não sou programador, eu falo: gente. Infelizmente, programador é uma coisa que daqui a pouco não vai ter mais. Sim, eu odeio falar isso, mas depois que a IA chegou por aí, você não precisa programar, você precisa saber pedir o que você precisa ali, né? Então, dentre outras coisas, como criar um bom design para o seu e-mail? Como que você foi validando essas informações dentro do momento onde passou a fazer parte do dia a dia de vocês?

Kaiane Lipsuk: Então? Ed Eu acho que é até legal porque eu peguei edrone antes da IA, né? Eu peguei antes a RAM ali no, no, no, no cru, ali nesse processo e daí? Agora com a IA é assim né? Sendo bem sincero com o pessoal de casa, eu sou uma tia do zap né? Tipo, eu compro por computador também, eu não consigo fazer as coisas pelo celular e tals. Então quando a gente começou, quando a gente contratou a edrone, que eu ia ser responsável por isso. Eu tive um piripaque do Chaves, porque daí eu falei: gente, mas eu não sei fazer essas coisas, né? Achei que era programador, que fazia tanto que identifica minha irmã, que é a inteligentíssima da internet lá em casa para ela me ajudar nesse processo, porque eu tinha medo. Eu realmente eu acho que eu fiquei com tanto medo, tanto medo. Até tenho um texto no meu LinkedIn que eu escrevi de que que eu realmente pirei assim porque eu fiquei: Meu Deus, eu não sei fazer isso. Aí quando a gente fez tals, que daí minha irmã acabou, que apareceu mais função, aí eu ia ter que enfrentar o dragão sozinha. Eu sentei e falei: cara.

Edvaldo Firme: Vou ter que enfrentar o dragão.

Kaiane Lipsuk: Sozinho, vou ter que enfrentar sozinha. E daí eu sentei e comecei a fazer uns negócios e falei: nossa! Tipo, todo esse drama já podia estar com 3,5 feito e eu estava lá, meu Deus, não sei o quê. Então, tipo, nesse processo, realmente antes da IA eu já achava a edrone bem intuitiva, então realmente me ajudou muito, porque a plataforma em si ela é bem didática, né? A gente usa outras plataformas. Não vou citar nomes, mas eu tinha muita dificuldade e é tanta coisa, é tanta, tanta opção que você fica tipo: meu Deus, né?

Edvaldo Firme: Parece que para que lado que eu vou?

Kaiane Lipsuk: Exato. Então, para mim o meu maior problema era esse, né? Sendo uma tia do zap, eu precisava de um lugar para pôr o texto no lugar para por a imagem um enter e vai. Entendeu?

Edvaldo Firme: E aí? Aí ela vem com uma ferramenta de arraste aqui, ó. Eu brinco, eu brinco com todo mundo, falou: gente, e montar Lego hoje em dia é montar Lego. Uhum, Eu sou de um tempo, infelizmente dói minha alma falar isso, Mas cara, e eu não sou programador, gente, mas eu tinha que montar um e-mail todo em HTML, eu tinha que ir, aí sim tinha que sair.

Kaiane Lipsuk: O que é isso?

Edvaldo Firme: Sorte a.

Kaiane Lipsuk: Sua.

Edvaldo Firme: Eu tinha que escrever todo o código, tinha que colocar a imagem no outro site para poder puxar o link. Gente, a gente está falando de coisa de maluco, onde faria sentido eu precisar de um dia e meio para eu escrever um bom e-mail hoje em dia. Se alguém fala para mim que precisa de mais de 01h00, fala: mas para quê, né?

Kaiane Lipsuk: Não é em 01h00 que eu consigo fazer uns três, eu acho.

Edvaldo Firme: Se você já tiver a ideia do que você quer fazer ali, dá para fazer, né? E aí a pergunta que eu trouxe foi muito baseada nessa parte da tecnologia, porque quando a gente fala de IA. Todo mundo pensa no chat, aí você vai ninguém, ninguém para para entender como ela funciona de verdade. Então sim, você pode chegar na edrone hoje com a ferramenta e fala assim: Precisa de um e-mail que fale sobre copo transparente de vidro e num tom mais animado, mais comercial? Pode? Pode. Claro que pode.

Edvaldo Firme: Mas ela também vai te ajudar. E essa é a parte de inteligência de dados, que é o que ninguém fala que é. Qual é o melhor dia baseado no seu setor, do seu e-commerce? Então a edrone faz uma leitura de toda a nossa base de clientes no mundo inteiro é falar: Você é da área de Health and Beauty? Olha esses clientes que a gente tem aqui. Nível global. O melhor horário normalmente é das nove às dez. É o melhor tipo de título é esse aqui, assim, assado. Eles normalmente é mais ou menos isso, não é?

Kaiane Lipsuk: Não, Isso. Desculpa te interromper, mas essa é uma coisa que realmente faz muito sentido, que entra também na questão que eu comentei no começo, de tipo assim você fazer o que você acha que pode ser bom, né? Eu até estava essa semana, tive uma reunião com o pessoal ali, técnica da Laura. Muito obrigada. E ela me ajudando a fazer esse processo. E eu fui fazer um e-mail com ela que ela fez lá junto comigo e a gente. Eu consegui ver a forma como ele desenvolveu o e-mail de uma forma que eu não criaria. E daí eu fiquei pensando: mas realmente, às vezes é isso que estava faltando nos e-mails que está tendo baixa abertura, sabe? Tipo, deixar ali mais explícito, com menos texto, uma imagem. Então ali eu pensei: talvez seja isso que eu preciso melhorar, porque eu entendi que a inteligência artificial está falando o eu acho que.

Edvaldo Firme: Se não fosse por isso, não teria porque fazer teste. Eu ia acreditar que sábado, 09h30 da manhã, é o melhor horário para mandar e-mail. Ia mandar e-mail e o que eu vendesse naquele horário eu ia ter que assumir para mim que é o melhor que eu poderia ter, né?

Kaiane Lipsuk: E eu acho que até nessa questão assim, não precisa necessariamente ser oito ou 80, né? E eu acho que aí que entra também a questão que a gente também, porque está tudo alinhado, né? No que a gente está conversando, se você conhece seu cliente, né? E você está usando a plataforma com inteligência artificial e ele gerou um e-mail, você também não precisa necessariamente dar enter. E lá, cara, revisa. Tipo assim ó, isso daqui está legal isso daqui. Dá para dar uma mexidinha. Isso daqui dá para dar uma melhorada. Então misture as coisas. Porque a questão que eu acho que a plataforma traz é a eficiência e facilidade, Sim, mas você sabe do seu mercado? Você sabe do seu cliente? Você sabe como você quer impactar teu cliente? Eu acho que isso faz diferença.

Edvaldo Firme: O que nos difere ainda? E aí eu digo nós, profissionais da área do e-commerce, da máquina pura e exatamente esse toque humano é saber que por mais que agora vamos trazer para um contexto ainda mais nichado, ainda mais a inteligência artificial para o brasileiro, o brasileiro tem esse samba love. A gente tem a cultura do meme, a gente faz piada com tudo. A IA ainda não consegue fazer isso.

Kaiane Lipsuk: Não é tão engraçada.

Edvaldo Firme: Não é tão engraçada. O gif que ela vai te recomendar nem sempre vai ser o melhor gif, então sim, dá para você construir muita coisa. E como você bem trouxe a sua história, você não sabia zero. E hoje em dia se se a gente abrir agora a ferramenta da edrone, eu tenho certeza que você bota 03h30 para rodar com tranquilidade. A IA te transformou numa especialista em IA ou ela te transformou numa especialista do seu negócio?

Kaiane Lipsuk: Ai ela me tornou uma especialista em me comunicar com o meu cliente, porque, sendo bem sincera com você, para eu conseguir criar em média de 18 e-mails sozinha e poder rodar isso para o meu cliente. Eu preciso de algum tipo de ajuda, porque além de eu fazer e-mail, né? Como eu comentei com você, nós somos em duas, né? Então toda a parte operacional de logística, venda, entrega, emissão de nota fiscal.

Edvaldo Firme: Estoque do e-commerce brasileiro, a gente sabe que essa é normalmente duas, três pessoas com sonho e com vontade de fazer. Por isso a tecnologia. Hoje ela empodera tanto as pessoas. Você acredita que esse esse respiro que vocês têm hoje é o que garante que vocês vão continuar crescendo?

Kaiane Lipsuk: E não, não. Eu acho que assim chega num determinado ponto que eu acho que tanto a empresa quanto as as pessoas que estão por trás da empresa chega a ser limitante. Então é por isso que as ferramentas são essenciais. Inclusive, a gente até estava falando disso. Eu fiquei pensando aqui agora, se tiver alguém aqui que está vendo esse edroneCast pensando: ah, mas eu tenho um monte de coisa para fazer e tals. Uma coisa que eu também faço muito porque eu penso assim se você tem lá uma mídia social, né? Então você está postando lá no seu Instagram, no seu TikTok e tals. Eu pego todo o conteúdo do Instagram e jogo no e-mail. Eu pego o design do Instagram e jogo no e-mail porque eu penso que dá para reaproveitar se isso já está feito, se essas informações já tem, se você já pagou para fazer isso daqui, aplica no e-mail e.

Edvaldo Firme: Se você força ou você pode criar um. E aí a gente está falando de modelos de negócios diferentes. Mas se você trabalha com uma linha editorial que a gente pode dizer assim: pô, aqui os meus e-mails são sempre motivacionais. Eu sempre trago esse tipo de conteúdo e meus e-mails super funcionam, porque aí que você vai reinventar a roda no TikTok e ficar lá fazendo dancinha. Pega o que seu público espera que você faça e faça. Fez isso e funciona, né?

Kaiane Lipsuk: Foi a gente. Tipo, trouxe isso porque quando a gente percebeu que as newsletters estavam dando certo, contando histórias de mulheres e essa parte motivacional, um dos que a gente fez até um vídeo, foi sobre o mundo não gira em torno de você e a gente pegou esse e-mail que deu certo e trouxe para o Instagram, fez um vídeo tipo falando porque eu ainda recebo muitas mensagens assim. Caio eu não leio os e-mails como se eu fosse ficar muito triste, né? E não é essa a questão. Eu acho que está tudo bem. Eu não leio.

Edvaldo Firme: Tem.

Kaiane Lipsuk: Exato. E daí? Foi isso que eu pensei. Se eu já tenho o conteúdo, eu já tenho o texto, que é só eu transformar em roteiro, tipo o que que eu estou esperando para fazer um vídeo?

Edvaldo Firme: E aí entra de novo? Mesmo que você não tenha a capacidade técnica, eu não. Eu sei escrever muito bem, mas eu não sou um roteirista, Sabe quem que é um ótimo roteirista? O chat GPT. Exato. E a gente tem que pensar nisso sempre como ferramenta de ferramenta. Você não vai trocar o pneu de um de um carro com uma chave de fenda. Se você tem a ferramenta certa, utilize a ferramenta certa que tudo vai ficar mais fácil, né? E aí uma pergunta que eu gostaria de trazer já para a gente pensar no futuro, porque vocês vieram de um momento mais tradicional, agora estão passando por essa revolução e esse crescimento no digital.

Edvaldo Firme: E qual é o próximo passo?

Kaiane Lipsuk: Nossa, pior que o passo que a gente vai dar agora vai ser bem grande e a gente vai vir com uma repaginada total, porque a gente entendeu que a gente precisava dar umas pinceladas, né? Então agora a gente vai pensando nesse crescimento mesmo, a gente vai transformar a Vó Irene nesse crescimento. Então a gente vai vir com um rebranding, a gente vai vir com uma mudança dos nossos embalagens e dos nossos produtos, visando mesmo sempre melhorar, né? Então, aumentar a nossa base de clientes, fazer com que a Vó Irene chegue em mais pessoas. E para fazer isso, eu acho que precisava dessa repaginada, né? Deixar algumas coisas para trás e dar uma melhorada ali, no que dá para melhorar. Então a gente sim, né, está se organizando de forma estrutural, né? Igual a gente comentou. Queremos crescer a base de clientes sem perder a nossa essência e identidade e ao mesmo tempo mostrar para as nossas clientes essa mudança. Porque se eu falo tanto de mudança dentro do meu conteúdo, como que eu não vou mudar? Entendeu? Então, a gente está vindo muito nesse processo de melhorar mesmo, tanto para nós como as pessoas que estão atrás da empresa e trazer isso para a nossa cliente, né? Porque a gente sente que nesse processo de crescimento e até um conselho para quem está começando agora, quando a gente começa, né, que nem eu comentei da romantização da empresa, você só faz o que precisa para continuar rodando, então você sempre está pagando fogo, você sempre está no limite, está sempre naquela loucura.

Edvaldo Firme: O burnout está na esquina, né? A gente sabe que a gente sabe, ele é seu.

Kaiane Lipsuk: Companheiro, Tipo, você almoça e janta com ele, então. E isso é normal, né? Então agora, depois de cinco anos, quase seis. A gente decidiu que chegou a hora de finalmente começar a estruturar. Então, eu acho que a gente está nesse processo agora e até no que a gente conversou. Tipo de se programar, de se organizar, usar as ferramentas que são necessárias para fazer isso de uma forma concreta. E é isso que a gente vai fazer agora. Então a gente está que nem eu comentei, indo para médio porte visando o grande já, porque a gente realmente está sonhando. Grandão mesmo.

Edvaldo Firme: Vou ser bem de enorme, mas a grande verdade é sonhar pequeno ou grande é sonhar. Então para quê se limitar, né? Vamos eu. E eu sempre vou defender essa mesma ideia. A partir do momento que você coloca um target e um alvo muito alto. Beleza, vai ser difícil, mas para chegar lá você vai passar por muita coisa. E às vezes é a jornada que é mais importante, importante do que chegar lá. Porque, verdade seja dita, é aí que a gente pode trazer mais uma das razões do mercado brasileiro faturar 1 milhão. Não quer dizer ficar rico, quer dizer faturar 1 milhão. Ninguém sabe a dor de cabeça que é para faturar 1 milhão. Ninguém sabe quanto vai ficar de caixa de verdade para faturar 1 milhão. Então, pô, bacana. Eu sonho que todas as empresas que estão abaixo da que estão usando a edrone, cara, rodem aí dois, cinco, 10 milhões. Mas a gente quer que todo mundo seja saudável, que todo mundo tenha estrutura, que não esteja apagando incêndio de um dia para o outro todos os dias. Isso é a parte mais valiosa do que a gente faz hoje em dia.

Kaiane Lipsuk: E eu acho que o cliente sente, né? Eu acho que todo o processo acaba ficando meio. Quem trabalha com a gente sente. Porque, mais uma vez, eu acho que é entrando na parte lúdica que eu às vezes acabo carregando muito ela comigo. Mas quando eu penso na minha empresa e eu penso nas pessoas que usam o meu produto, eu penso nas pessoas que trabalham com a gente. Eu quero que as pessoas se sintam bem. Eu quero que o que eu estou falando para você aqui é o que eu estou mandando no e-mail e a forma como eu estou me comunicando faça sentido em todas as camadas da Vó Irene. Tanto que um dos nossos sonhos e desejos sempre foi trabalhar com mulheres, entendeu? Pagar bem para as mulheres, fazer com que elas se sintam confortáveis, fazer com que mulheres expandam em carreiras. E por isso que a gente fala tanto disso. Não porque a gente não quer trabalhar com outros nichos, outras pessoas, mas é porque a gente sentiu essa dor dentro do mercado. E para mim não faz sentido só falar, sabe?

Edvaldo Firme: Tem que ter, né?

Kaiane Lipsuk: Tem que ter. Tanto que a gente, no começo, a gente tipo, era muito amiga assim, sabe? Ai kkk porque a gente é muito engraçadinha né, que aqui eu estou sério, Mas a gente é muito engraçadinha e a gente ficou com medo de misturar as coisas. Então a gente agora, realmente depois de cinco anos, entendeu, amadureceu, entendeu que dá para continuar sendo engraçadinha e profissional na hora que é para fazer graça, a gente faz graça na hora que é para ser profissional, a gente vai ser profissional. Então, dentro dessa expansão, eu acho que é isso, sabe? E dá para trazer isso em todas as camadas da empresa, inclusive, tipo, porque realmente, assim, do fundo do meu coração, sem jabá mesmo. A edrone me ensinou muito isso. Tipo, a parte de fazer os e-mails me me virou uma chave dentro da minha cabeça do que era possível fazer dentro de uma comunicação que não tem limites assim, sabe? Tipo, ali eu entendi que o que dava para fazer, como fazer, é como expandir. E daí? Foi aí que a gente começou a se organizar.

Edvaldo Firme: Eu acho que isso, querendo ou não, resume muito bem do que a gente conversou até agora. Porque quando a gente olha no prospecto aqui, a gente está vendo uma história de cinco para seis anos, de uma companhia que cresce de maneira super saudável. Vocês hoje conseguem olhar e falar assim: Ok, agora é hora da gente organizar a casa, porque a gente já sentou o chão. Dá para dar para pensar mais ou menos dessa forma. Mas de novo, igual a gente falou do alvo alto para poder parar agora, quantas coisas já não foram? Quantos dados já não passaram pelas mãos de vocês? Quantas decisões vocês já não tiveram que tomar? E tudo isso eu acredito que não só edrone, mas a comunidade a volta. Isso é algo que eu defendo muito, que é dentro do e-commerce. As pessoas não precisam ser concorrentes. Claro, vai existir sempre a concorrência ali de de nicho. Mas, pô, eu estou no setor do e-commerce, você está no setor do e-commerce, cara, eu vou te falar qual ferramenta que eu uso. Eu vou te falar qual a inteligência artificial que eu uso. Eu quero que todo mundo se ajunte, todo mundo se complemente para que todo mundo cresça junto. E aí eu acredito que a edrone faz muito isso, porque é papel dela entender que o que a gente faz hoje é para empoderar pequenas e médias empresas, para poder brigar com as gigantes, porque igual você disse, concorrente sempre vai ter aquela gigante da influência, será A, B, C, vai ter a marca multinacional que vende aqui em todos os países do mundo.

Edvaldo Firme: Mas o nosso pessoal tem que ser, tem que se reforçar, né? E a gente tenta sempre trazer isso para mais perto e para quem está com a gente. Vocês são o reflexo principal disso que conseguem usar da nossa tecnologia, da nossa cultura, até um pouco para continuar crescendo. Então eu queria que você deixasse para o pessoal de casa Kaiane um recado, uma dica valiosa que você hoje pensa e fala assim: Cara, isso aqui é o que eu gostaria de ter ouvido lá no passado, que poderia ter me poupado noites de sono e me poupado dez litros de extintor e um pouco mais de paz. O que você acha que você diria para Kaiane de um tempo atrás ou para um empreendedor que está na posição onde você já esteve?

Kaiane Lipsuk: Cara, eu acho que tanta coisa assim, mas algumas coisas eu acho que elas são essenciais. Eu acho que a primeira coisa é toma cuidado com o que você consome, porque como a gente comentou aqui, tem muito guru que vende tipo e e isso é muito perigoso. É realmente assim. A palavra que eu vou usar é perigosa, porque eles não sabem como está a pessoa que está abrindo um negócio. Sabe? Então às vezes é bem isso, a pessoa fica vendo o vídeo de estudo e trabalho enquanto eles não dormem, bibibi e a pessoa está fazendo de tudo e mais um pouco. Está se acabando lá, fazendo, pegando empréstimo para poder fazer a empresa dar certo porque acredita muito nisso, porque pensa que só se é autônomo. É muito legal porque eu escuto muito isso ai e eu estou cansado do meu chefe, vou abrir uma empresa, daí eu fico assim: Meu Deus, será que eu falo? Será que eu não falo?

Edvaldo Firme: Eu já passei por diversas situações assim. Pô, eu trabalho com e-commerce há um tempo. O que eu mais ouço são os meus amigos CLT de qualquer área. Falo assim: cara, não aguento mais. Eu acho que eu estou precisando de um pouco de paz. Vou sair do meu trampo, vou pegar a rescisão. Você me ajuda a abrir um e-commerce? É facinho, né?

Kaiane Lipsuk: Ainda pede ajuda.

Edvaldo Firme: E toda vez eu fico assim: Oh não, eu. Eu sempre estrago o cara. Não, Primeiro eu tenho, Eu já tenho o meu trabalho. Segundo, se fosse tão fácil ter um e-commerce, por que eu ia ter o meu trabalho? Por que eu não teria um e-commerce, né? Então a gente sabe que não é esse passeio no parque tão simples assim.

Kaiane Lipsuk: Então eu entendi que não. Eu acho que agora eu entendi que tem que estar com o site. Bom, tem que estar com a bruma boa, tem que estar com o e-mail feito, tem que estar com comunicação alinhada. Quando tudo isso tiver feito e a gente viralizar ou a gente cair na boca do povo, exato, Expandir vai estar com o processo todo organizado, porque se eu realizasse naquela época eu não ia ter empresa, tipo, não ia.

Edvaldo Firme: Conseguir.

Kaiane Lipsuk: E não ia acompanhar.

Edvaldo Firme: É o que todo mundo não entende. Porque o social criou essa imagem de que, pô, é muito fácil viralizar, É muito fácil ficar famoso. Mas quantas pessoas famosas têm produtos? A gente tem que partir desse ponto. E desses produtos, quais realmente vendem? Sim. Então a gente está num momento onde não é só sobre viralizar e o que você vai fazer depois?

Kaiane Lipsuk: Sim, é a operação, né? A sua operação, ela sustenta essa viralizar. Tipo, se se amanhã explodir um produto meu na mão de alguém muito famoso, eu vou conseguir. Eu tenho estoque para isso. Eu tenho logística para isso.

Edvaldo Firme: Tipo, eu já vi casos e aí eu vou aí agora sou eu puxando sardinha para a edrone. Mas é um fato muito curioso de um amigo meu que fez uma ação. Ele tinha uma loja de vestuário street, ele fez uma ação. Acabou que uma peça dele caiu na mão de um influenciador muito forte. No dia seguinte o site dele bombou, deu estoque de tudo. Ele não tinha nenhuma ferramenta para captar dados. Então ele teve um fluxo de, sei lá, 20.000 pessoas orgânicas vindo para o site dele, interessados em comprar, loucos para deixar dinheiro na mesa. E nem o e-mail dessas pessoas ele pegou. Então, assim, às vezes é exatamente o que você diz. Calma, calma. Não precisa fazer tudo, mas faça bem feito cada uma das partes que você for fazer, porque assim você garante que a hora que pô. Vou lançar Bruma e Bruma vai ser top. Que bom! Você deu todo o seu esforço. Lançou a Bruma. Se ela não explodiu agora, quando você fizer a próxima ação, essa primeira já manda.

Kaiane Lipsuk: Né?

Edvaldo Firme: Ela já está redonda. Ela vai ser impactada. A gente sabe que as coisas vão ganhando tempo, né?

Kaiane Lipsuk: E é bem isso que você falou e eu acho que também é essa questão de estar preparado. Você tem que estar preparado. E eu sempre penso assim: cara, você vai plantar um pé de feijão. Se você plantar hoje, não vai dar feijão amanhã. O feijão ele precisa de todo um processo para dar certo. Então, se eu na minha cabeça de antigamente eu estava plantando o feijão e comendo a folha, não estava comendo feijão porque eu não esperava. Tipo, na minha cabeça não fazia sentido. Como assim a gente não viralizou? Como assim? O site não está bombando? Então, hoje em dia eu já entendo que é todo um processo. Por isso que eu acho que hoje a gente está pronta para dar esse passo, que antigamente a gente não estava. E eu acho que minha última conselho dos três é: tenha dados. Nossa, assim ó. Eu sou hiper focado em dados, tanto que o pessoal que trabalha às vezes eu acho que é até demais. As pessoas que trabalham com a gente fala: nossa, mas vocês tem muita informação, a gente tem muita informação, porque eu sempre estou. Inclusive, antes de vir para cá, eu estava fazendo informação do ano passado para entender qual foi o comportamento do meu cliente, qual foi o produto que ele mais comprou no primeiro semestre, no segundo semestre? Qual é o produto que está me gerando mais lucro? É a partir disso que eu vou conseguir, por exemplo, tomar minhas próximas atitudes, tipo, a gente vai reformular os próximos produtos, qual o produto que tem que ser o primeiro a ser lançado? Isso eu sei, porque eu tenho essa informação. E eu sei que quando a gente for aumentando a base, só de eu bater o olho eu já vou saber porque eu tenho.

Edvaldo Firme: Dados para esse produto, Quem é o cliente que vai comprar.

Kaiane Lipsuk: Aquele? Exatamente.

Edvaldo Firme: Você concorda que isso acaba se tornando um Ouroboros, a cobra que come a cobra? Porque assim, se você sabe do começo, quem é o seu cliente, você não vai investir em tráfego pago para trazer outro cliente. Você vai trazer aquele cliente que já vai cair nessa roda, que já vai comprar esse produto, que vai te dar um retorno. Então é até complicado falar isso, porque a gente acaba sendo repetitivo. Mas e se você não tivesse esses dados? O que você ia fazer?

Kaiane Lipsuk: Ah, eu ia estar igual no começo. Tanto que agora eu aprendi também a dar. Tipo assim, não é só porque você tem muitos clientes que você tem que atender a todos os clientes. Essa é uma coisa que eu aprendi a pouquíssimo tempo atrás aprender a que nem a. Eu comecei a fazer um curso, né? E ela fala: demita clientes ruins. Porque eu ficava ali tipo: ah, e ele comprou e não compra mais, Ai o que está acontecendo? E ficava lá né? E aí acabou seu estoque, aí não sei o quê. Então eu entendi que existia uma jornada. A gente acompanhou essa jornada, esse cliente está em outra fase. Às vezes, depois de meses, ele volta e compra um presente.

Edvaldo Firme: E está.

Kaiane Lipsuk: Tudo bem e está tudo bem. Mas eu preciso tipo, me separar dele para eu dar atenção para aquele que é potencial e quem me ajuda nisso? Os dados. Então, hoje em dia eu já tenho essa segmentação, inclusive. A edrone começou a fazer isso agora ele tem lá uma abinha que fala os recorrentes, né, que são os clientes que compraram nos últimos três meses. Então, hoje em dia minhas SMSs eu estou focando neles. Não estou tipo jogando para toda a minha base, porque eu preciso limpar minha base, porque essa minha base é antiga. Então eu falo: cara, já que eu tenho esses SMS, eu vou mandar para quem e potencial eu vou mandar para que eu sei que a pessoa vai abrir essa SMS. Então é esse o processo que eu estou fazendo agora.

Edvaldo Firme: Deixa de gritar e conversa com quem exatamente? Maravilha, Kaiane, Foi um prazer conversar com você. Eu, como você bem disse, a gente já pode marcar outro episódio só para falar sobre as outras vertentes de tudo isso. Mas eu gostaria de verdade de agradecer, porque, como eu disse, você não é só uma cliente da edrone. Você é um dos exemplos do que a edrone é capaz de fazer: orientar um e-commerce a dados, fazer com que vocês tenham um crescimento saudável e, claro, ser parceiro nesse crescimento. E se você é de casa, está a fim de fazer igual a Kaiane, o pessoal da Vó Irene, é só clicar no link aqui embaixo. Você pode começar a usar a edrone agora mesmo, de forma gratuita e já garantir um resultado desde o seu primeiro e-mail. A gente te espera no próximo episódio e a gente se vê. Tchau, tchau.


Sobre o apresentador

Edvaldo Firme

Edvaldo Firme

Apaixonado por marketing digital há mais de 12 anos! Especializado em SEO e copywriting, ajudo empresas a melhorar sua visibilidade online e gerar conversões.

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